Fiat Toro 2018 ganha melhorias no motor 1.8 e parte de R$ 87.490

fiat-toroPicape ganhou sistema start-stop, tem uma nova cor e versão Freedom diesel passa a ter opção de câmbio automático.

Fiat acaba de lançar a linha 2018 da Toro. A principal mudança são as melhorias no motor 1.8 flex já adotadas no Jeep Renegade. A potência de 139 cavalos não sofreu alterações, mas há novos recursos, como sistema start stop e partida a frio sem o tanque auxiliar.

A versão Freedom com motor diesel passa a contar com opção de câmbio automático de 9 marchas.

Também há uma nova opção de cor para a carroceria: cinza Antique.

Veja os preços da Toro 2018:

  • Freedom 1.8 automática – R$87.490
  • Freedom 2.4 automática – R$98.790
  • Freedom 2.0 diesel manual 4×2 – R$103.790
  • Freedom 2.0 diesel manual 4×4 – R$110.990
  • Freedom 2.0 diesel automática 4×4 – R$116.990
  • Volcano 2.0 diesel automática 4×4 – R$129.990

Publicado por G1

 

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Palhetas são itens de segurança, é necessário ser trocada uma vez ao ano no mínimo.

 

Antes de viajar é necessário conferir as palhetas do seu veículo, a troca aconselhável é de pelo menos uma vez ao ano.

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Rolamento do Compressor

Um barulho diferente no seu veículo pode significar que o rolamento do compressor do seu ar condicionado travou, é necessário ficar atento.

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A partir de R$ 2.800, qualquer carro usado pode receber ar-condicionado

André Deliberato

Do UOL, em São Paulo (SP)

  • Thinkstock
    Carro sem ar-condicionado vira câmara de tortura no verão; e abanar-se não adianta

As temperaturas bem acima de 30 graus neste verão fazem do ar-condicionado um equipamento quase indispensável nos carros brasileiros. No entanto, milhões de veículos que circulam pelo país não possuem o item, deixando motoristas e passageiros à mercê do calorão. Para estes, a boa notícia é que oficinas especializadas prometem instalar ar-condicionado automotivo em qualquer modelo, independentemente de marca e ano de fabricação.

A má notícia: o serviço não é nada barato.

O preço do equipamento para carros populares, incluindo instalação, varia de R$ 2.800 a R$ 3.800 em diversas oficinas consultadas por UOL Carros em São Paulo (SP), Rio de Janeiro (RJ) e Porto Alegre (RS). O serviço num Volkswagen Gol 1.0 ano 2008, por exemplo, vale R$ 3.500. O equipamento é sempre original (não existe compressor de ar-condicionado “paralelo”), igual aos usados pelas fabricantes, e as lojas costumam oferecer ao cliente um ano de garantia.

No caso de carros mais antigos (chamados de “especiais”), que não ofereciam ar-condicionado nem como opcional (de modo geral, automóveis dos anos 1960 a 1990), o valor varia entre R$ 4.200 e R$ 5.000. “O preço varia, pois precisamos adaptar o equipamento a cada carro e isso exige mais atenção, tempo e trabalho”, explica Wellington Barbosa, da Friauto, de São Paulo (SP).

DÁ TRABALHO REFRESCAR O AMBIENTEAndré Deliberato/UOL

  • Chevrolet Celta tem o painel frontal interno desmontado para instalação de dutos e comandos elétricos do ar-condicionado; abaixo, detalhe da colocação de um novo radiador
  • André Deliberato/UOLAlém da instalação, que em certos casos envolve retirar o painel frontal da cabine, adaptar condutores de ar e instalar um novo radiador, as oficinas fazem a manutenção do equipamento — que fica mais vulnerável no calor intenso.

“Com esse clima, é comum o compressor pifar. Além disso, há procura por manutenção e troca do filtro”, conta Barbosa. “O número de clientes nessa época chega a ser até cinco vezes maior que no inverno, e às vezes precisamos formar fila de espera”.

“Com esse calor insuportável, andar com janelas fechadas é pedir para morrer sufocado; com eles abertos, parece que você está dentro de uma sauna”, lamenta. Instalar um sistema de ar-condicionado foi a solução, mesmo sabendo que teria de esperar até cinco dias úteis para ter seu carro de volta.

 

Sujeira no ar-condicionado do carro prejudica a saúde e custa caro

Falta de revisões periódicas acarreta no acúmulo de bactérias e fungos.

Priscila Dal PoggettoDo G1, em São Paulo 21/12/2011

Evaporador sujo: carro tinha filtro instalado, mas sem manutenção. (Foto: Divulgação/Freudenberg)
Evaporador sujo: carro tinha filtro instalado, mas
sem manutenção. (Foto: Divulgação/Freudenberg)

Dias quentes e chuvas torrenciais “pedem” o uso do ar-condicionado do carro. Apesar de parecer simples resolver os inconvenientes do calor com um botão, se o sistema não for cuidado da maneira correta, o arzinho refrescante pode virar um “veneno” para a saúde. Isso porque a falta de revisões periódicas acarreta no acúmulo de bactérias e fungos e, para limpar tudo, o prejuízo pode passar de R$ 1 mil.

O primeiro componente e o mais fácil de ser trocado é o filtro de ar ou filtro de pólen. Ele é o responsável por “segurar” a sujeira e proteger o sistema, no entanto, para isso, deve ser trocado, de preferência, a cada revisão. Não existe uma quilometragem exata para a substituição. Vai depender do estado do filtro, ou seja, do quanto ele foi exposto, de acordo com especialistas consultados pelo G1.

Segundo o engenheiro e conselheiro da Sociedade de Engenheiros da Mobilidade (SAE Brasil), Francisco Satkunas, os primeiros sinais de que o filtro está muito sujo são o cheiro de mofo e a dificuldade de ventilação, quando é necessário colocar o ar em velocidades maiores.

Nem todos os carros têm filtro
No entanto, nem todos os carros têm filtro de ar — embora eles existam desde 1987, desenvolvidos na Europa para proteger os ocupantes alérgicos a pólen. De acordo com o responsável pelo aftermarket da Freudenberg Não-Tecidos no Brasil (fabricante de filtros), Luciano Ponzio da Silva, é preciso checar no manual do carro ou mesmo na central de atendimento ao cliente da montadora sobre a existência da peça. Até mesmo para se proteger de cobranças de serviços de algo que nem existe no veículo.

Limpeza dos tubos
Nos carros com filtro, na troca periódica, os especialistas recomendam também que se faça a higienização do sistema. Ela é feita por um produto em spray que mata fungos e bactérias acumulados na tubulação, já que o filtro não barra 100% da sujeira.

“Alguns carros dão um trabalhão para trocar, por causa da localização do filtro. Na Chevrolet Meriva, por exemplo, é preciso desmontar a grade do limpador de para-brisa, a chamada churrasqueira”, exemplifica Satkunas.

Ar-condicionado de carro exige cuidados (Foto: Affinia Automotiva)
Filtro de pólen tem que ser trocado regularmente (Foto: Divulgação/Affinia Automotiva)

Quando a higienização não é suficiente
No caso de carros sem filtro ou com o sistema de ar-condicionado muito sujo, a higienização comum não será suficiente para manter a qualidade do ar. “Nesses casos, é preciso desmontar o painel do carro inteirinho para chegar ao evaporador, que parece um radiador de carro e é o responsável por deixar o ar gelado. Todas as peças têm de ser retiradas e limpas”, explica Silva, da fábrica de filtros. “Depois, tem que montar tudo de novo e conseguir ligar todos os componentes eletrônicos que ficam no painel. Por isso, a mão de obra é tão cara.”

BMW E MINI DEIXAM DE IMPORTAR ALGUNS MODELOS PARA PRIORIZAR LANÇAMENTOS

X4, Série 2 Grand Tourer e Cooper John Cooper Works estão entre as novidades à venda no país

por REDAÇÃO AUTOESPORTE / dia 12/02/2015

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Sete modelos da marca Mini e três da BMW saíram da tabela de veículos à venda no país. De acordo com a assessoria de imprensa das fabricantes, a decisão foi tomada para priorizar a vinda das novidades BMW X4, Série 2 Active Tourer, BMW X5d, Mini Cooper e Mini Cooper S.

Os modelos deixados de lado momentaneamente foram BMW 435i 3.0 M Sport, X6 3.0 xDrive35i, 116i 1.6 – que foi um dos dez hatches médios mais vendidos em outubro do ano passado –, Mini Cooper 1.5, Paceman 1.6 nas versões S e S ALL4, Coupé 1.6, Roadster 1.6 e os modelos Coupé 1.6 e Roadster 1.6 da série John Cooper Works.

Já à venda, o BMW X4 tem em duas versões: uma com motor 2.0 turbo de 245 cv e a outra com o 3.0 turbo de 306 cv. Os preços do modelo variam de R$ 272.950 a R$314.950. Além do modelo 225i Active Tourer que chegou ao Brasil há pouco tempo com motor 2.0 turbo de 234 cv, a marca lança também a minivan derivada da versão, algo como uma série ampliada do modelo, a Série 2 Grand Tourer.

A novidade atual da Mini fica por conta do esportivo John Cooper Works. O hatch é considerado o Mini mais potente da história, com motor 2.0 turbo de 234 cv, capaz de chegar a 100km/h em cerca de 6 segundos.

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AVALIAÇÃO: NISSAN FRONTIER NP 300 2016

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Nova geração da picape é lançada no México com porte mais robusto e foco nos mercados emergentes

por SÉRGIO OLIVEIRA DE MELO, DE CANCÚN (MÉXICO)

  O designer norte-americano Hiren Patel, líder do projeto da nova Frontier, foi claro: “Todos querem que seus veículos se vejam atléticos. Mas como fazemos isso com uma picape? Qual atleta pode representar a sensação de força e confiabilidade que a gente espera? A resposta que encontramos foi um halterofilista. Foi na sua figura que nos inspiramos”. Talvez seja exagerado, pelo menos para quem não tem formação de designer, encontrar essa semelhança. Mas que a nova Frontier ficou bem legal e tem cara de forte, isso ficou.

Para dirigi-la fui até Cancun, cenário que pode parecer não muito adequado para uma picape, mas que tem muito mais surpresas para mostrar nos seus manguezais do que se pode esperar. E lá vimos que todo esse papo de fortaleza, novidade, modernidade e aerodinâmica não é só coisa de gente de marketing. Ainda bem.

Para começar bem, a Nissan colocou um chassis novo, mais robusto e resistente à torção. Isso permitiu que a carroceria fosse mais longa, ganhando espaço para para carga e para as pernas na segunda fila – só existe cabine dupla por enquanto. A caçamba é mais profunda do que antes e agora tem uma tomada de 12 volts do lado esquerdo. Na versão mais cara já vem com pintura protetora que serve como “bedliner”, para proteger contra a corrosão e golpes menores.

Por dentro, a Nissan se preocupou em tirar a imagem de austeridade absoluta do modelo anterior. Conseguiu. Os materiais sãos bons, até melhores que o de algumas SUV do mercado. O plástico que cobre o painel, por exemplo, é fosco e de boa aparência. Mesmo sem ser acolchoado, transmite sensação de qualidade. Dependendo do modelo, pode ter tela em cores de cinco polegadas, que se controla por botões. O sistema de som tem muito boa qualidade, tornando desnecessária a tradicional corrida imediata à loja de acessórios mais próxima. Tem ar-condicionado; vidros, espelhos e travas elétricas; airbags frontais e freios com ABS, EBD e BA. Os bancos são confortáveis, forrados com tecido suave e costuras aparentes, em um toque de esportividade.

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Atrás, o espaço é melhor do que na antecessora, sim, mas nada de outro mundo. Sente alguém de mais de 1,80 metro na frente e outro da mesma estatura atrás e ambos terão de ficar com as costas retas para não bater com os joelhos no painel ou no encosto dianteiro.

Poder e conforto

O motor a gasolina é novo na Frontier mexicana, mas usado também em outros veículos da Nissan, como o furgão Urvan. Com 2,5 litros e 160 cv, ele dá um bom nível de desenvoltura a picape, mas como o torque máximo só se encontra nas 4.000 rpm, é preciso pressionar mais o acelerador para obter um desempenho razoável. Claro, mesmo tendo um olho em alguns clientes que usam a Frontier como veículo pessoal, a maior prte dos que compram uma só estão interessados na combinação entre capacidade de carga e economia de combustível. E nessa hora que o halterofilista aparece. A Frontier pode carregar até 1.118 kg, incluído aí o peso dos ocupantes.

A única transmissão disponível é a manual de seis marchas, que tem a primeira muito curta, o que é normal numa picape. As outras marchas são mais longas, com o objetivo de economizar gasolina. Quem conhece os carros da Nissan desde a época dos Dastun, verá que quando se liga o motor, a alavanca de marchas treme, quase pulando de um lado para outro para avisar que está pronta para trabalhar. Seu funcionamento é suave e relativamente preciso, só entre a quarta e a sexta há certa imprecisão, mas o costume ajuda o motorista a não errar muito.

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Uma das melhoras importantes da nova Frontier foi na suspensão. Na frente ela é independente, de dois braços, e atrás o eixo é rígido, mas no lugar de feixes de molas há mais braços de controle, mais confortáveis. O resultado é maior suavidade no dia a dia e mais estabilidade nas curvas, ambos sempre muito bem-vindos.

A nova NP 300 Frontier é feita na Tailândia e no México, de onde será exportada para 30 países, principalmente da América Latina e do Oriente Médio. O Brasil, ao menos por ora, está fora dos planos, de acordo com o presidente da Nissan mexicana, o brasileiro Ayrton Cousseau. O que a afasta do Brasil no momento é o fato de que o mercado brasileiro de picapes ser dominado por motores que usam diesel, e o propulsor que a Nissan tem para a nova Frontier foi projetado para passar a Euro 5, norma que exige diesel mais limpo (mais livre de enxofre), do que o vendido no país. Por ter um diesel adequado, o Chile será primeiro país da América do Sul a receber a nova picape.

Vamos ver o que acontece daqui para a frente, porque seria uma pena que o mercado brasileiro ficasse sem essa nova e boa picape. Talvez rezando para São Cristovão, protetor dos motoristas, ele dê um jeito para que esse halterofilista mexicano esteja no Brasil a tempo para participar das Olimpíadas de 2016 no Rio de Janeiro. Até porque, pelo que pude ver e sentir, ele teria muitas possibilidades de conseguir uma medalha, provavelmente de ouro.

 

GM e PSA preparam subcompacto para 2015

Modelo pode derivar do Citroën C1
Por Paulo Campo Grande / Foto: Luiz Aguirre | 01/06/2012
O que faz um Citroën C1 com placas de fabricante de São Caetano do Sul, cidade paulista onde fica a sede da General Motors? Talvez a GM esteja apenas avaliando o produto da concorrência.

Mas, como GM e PSA (Peugeot-Citroën) firmaram acordo para desenvolvimento conjunto, a suspeita é de que os trabalhos já começaram. Até porque a aliança estratégica das duas fábricas foca, declaradamente, modelos compactos, em um primeiro momento.

Pode ser coincidência a presença do pequeno em SãoPaulo, mas o fruto inicial da parceria seria um carro derivado de projetos já existentes em cada uma das fábricas. A GM teria o esboço de um “Sub-Ônix” e a PSA, o esquema de um carro chamado internamente de “B-Pop”.

O resultado seria um carro menor que o Chevrolet Celta, feito sobre uma nova plataforma desenvolvida para mercados emergentes e equipado com motor 1.0 de três cilindros. O novo modelo já teria até data para chegar ao mercado: início de 2015.

Novo Clio é flagrado em testes

Compacto deve ser apresentado em setembro

Por Vitor Matsubara | 28/05/2012

Vida boa levam os europeus. Enquanto aqui ainda andamos na segunda geração do Clio, no Velho Continente o carro está prestes a chegar à quarta geração. Com lançamento esperado para o Salão de Paris, o veículo foi visto durante testes no rigoroso inverno sueco e agora foi flagrado no calor da Região Sul da Europa.

Apesar do disfarce, é possível notar que o Clio terá feições dos últimos lançamentos da Renault, como os compactos Twingo e ZOE. O carro aparenta ser maior que o modelo anterior, tanto em comprimento quanto em largura. A distância entre-eixos também parece superior. O mistério será desvendado por completo em setembro, quando a mostra francesa abre suas portas.

Fiat Doblò 2013 ganha série Adventure Xingu

Gama do modelo também conta com mais itens de série
Por Bruno Roberti | 28/05/2012
O Fiat Doblò já está disponível na linha 2013 nas concessionárias da marca e traz algumas novidades, como nova versão e mais itens de série.

Inspirado no filme Xingu, a minivan agora conta com a versão Adventure Xingu, uma série especial que conta com faixas decorativas nas laterais, adesivo na porta traseira, bancos dianteiros com logo bordado, retrovisores externos elétricos, além do rádio com MP3. Na compra, o proprietário ainda ganha um kit com mochila, lanterna, caderno e amuleto indígena.

Já o restante da linha do Doblò incorporou o kit High Safety Drive (HSD), que conta com freios ABS com EBD e airbag duplo, e conta com novos equipamentos opcionais, como banco traseiro bipartido, cinto traseiro central de três pontos, volante com regulagem de altura, faróix de neblina e chave tipo canivete.

Confira os preços da linha 2013 do Doblò:

Doblò Attractive 1.4: R$ 51.020
Doblò Essence 1.8 16V: R$ 56.890
Doblò Adventure Xingu: R$ 60.980
Doblò Cargo 1.4: R$ 40.460
Doblò Cargo 1.8 16V: R$ 45.300

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